quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de setembro de 2010
A NOSSA "FRUTA"

No inicio Deus criou o Homem e colocou-o no Paraíso, mas o Homem vivia só e Deus deu-lhe companheira. Assim se formou o primeiro casal.
Um dia Satanás, vendo a felicidade deles, tentou a Mãe das mães:
- Por que não colhem a fruta de todas as árvores?
Espevitadamente, Eva, respondeu:
- O Senhor nos proibiu!
Mas a serpente, que era o pai da mentira, repostou:
- Deus não quer que sejais como Ele; que conheçam o bem e o mal.
E assevera o Genises que achando-a agradável à vista, deu-a ao companheiro.
Abrindo-se-lhes os olhos, descobriram que estavam nus.
Como os nossos pais todos temos a “fruta” da árvore proibida, que são: os prazeres ilícitos, os desejos desenfreados, que nos apartam de Deus.
Adão perdeu o Paraíso pela desobediência; nós perdemos a quietude pelo pecado.
Adão foi expulso do Éden; nós somos apartados do convívio do Senhor, pelo não cumprimento dos Mandamentos.
Adão condenou Eva, culpando-a por todos os males. Nós, a quem vamos condenar?!
Condenamos a sociedade, a Internet, a televisão, o mau exemplo das figuras públicas. Condenamos, para não sermos condenados.
Devemos, porém, condenar o desinteresse, o desamor que mostramos por Jesus. O receio de evangelizar, de escrever artigos doutrinários, a vergonha de testemunhar e agradecer, publicamente, graças e dons.
Cristo sofreu para libertar-nos da servidão do pecado; nós deprecamos para que nos liberte do sofrimento. Cristo morreu para nos dar a Vida; nós, não queremos abandonar o mundo, para viver para Cristo!
Essa “fruta”, proscrita por Deus e tão procurada por nós, é que nos havia de condenar, se não fosse a graça divina.
A fé em Jesus, a misericórdia de Deus, a vontade - quantas vezes abandonada, - de servi-Lo, é que nos irá, por certo, salvar.
HUMBERTO PINHO DA SILVA - Porto, Portugal
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Inaugurado Memorial Dr. Borges
Foi inaugurado nesse 11 de agosto, com a presença de familiares, amigos, colegas advogados e a imprensa, o Memorial Raimundo de Oliveira Borges, em sua própria residência, precisamente em seu gabinete de trabalho.
Dr. Raimundo Borges morreu aos 102 anos deixando um legado de inteligência, sabedoria e exemplo de cidadania. Trabalhou até os últimos momentos de seus 102 anos, escrevendo livros, artigos e editoriais para os jornais locais.
Em sua sala estão seus livros, fotografias, medalhas, honrarias, diplomas e um clima de bondade pairando no ambiente. São recordações envolventes que toca cada um dos que observam seu acervo. Sua profícua existência foi engrandecida, também, pelos mais de 20 livros, que podemos chamar de um conjunto de obras para integrar o patrimônio de importantes bibliotecas da região.
No cerimonial não faltaram enaltecimentos a vida e as obras de Dr. Borges, tidas como preciosas pela conduta ilibada do notável advogado, professor, escritor, jornalista e memorialista.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
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